A Cimeira EUA-África, que arranca, no país, nos dias 22 e 25 deste mês, vai projectar de forma positiva a imagem de Angola a nível internacional e no continente africano para atrair investimentos, apontou, ontem, em Luanda, o decano da Faculdade de Economia, da Universidade Lusíadas.
Em entrevista ao Jornal de Angola, o professor universitário, João Baptista Jovita, referiu que, depois do período da guerra civil que o país viveu, Angola teve uma projecção externa positiva, do ponto de vista da imagem, pelo facto de o Executivo ter apostado na Reconstrução Nacional, com a implementação, nos anos 2000, de grandes projectos de impacto económico e social.
O académico, formado em ciências, especializado em estudos estratégicos internacionais, destacou que o programa de Reconstrução Nacional criou uma imagem positiva, com a construção de várias infra-estruturas que têm contribuído para o crescimento e desenvolvimento económico do país.
“Angola é um grande actor no contexto regional da África e, sobretudo, na zona austral, por isso tem a responsabilidade de conduzir as questões culturais, políticos e económicos que não podem ser terceirizadas, para poder desenvolver a economia e manter a sua imagem a nível internacional”, disse.
De acordo com João Baptista, o outro aspecto importante com a realização da Cimeira EUA-África é do Governo angolano aproveitar a presença de empresários dos Estados Unidos de América, africanos e de outros pontos do mundo para projectar a economia e das infra-estruturas em benefício do desenvolvimento humano, que é fruto do crescimento económico.